Movimento Popular de Saude Ambiental de Santo Amaro,é um espaço coletivo organizado que se destina a empreender uma politica de conscientizaçao popular dos direitos e garantias de saúde aos usuários da Saúde Publica``SUS´´pelas leis 8080/90 /8142/90 e das leis ambientais buscando desenvolvimento e reparaçoes de uma Santo Amaro que pede SOCORRO e temos a obrigação de construir um espaço de articulação para efetivar o controle social no município para garantir direitos fundamentais.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Urânio da Bahia: Caetité não quer virar lixão atômico
Por racismoambiental, 29/05/2012 10:37
[Por Zoraide Vilasboas*, para o EcoDebate] Um ano depois que um levante popular tentou impedir que 90 toneladas de material atômico do Centro Tecnológico da Marinha, em Iperó (SP), chegassem à unidade da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), em Caetité, além de conviver com o medo da contaminação da água, as populações afetadas pela mina de urânio continuam desassistidas pelo Estado, vítimas da omissão e inoperância dos poderes públicos, ante a gravidade dos riscos decorrentes da exploração do mineral. Mas estão dispostas a impedir que a Bahia vire um depósito de lixo nuclear.
O episódio foi lembrado por moradores de Caetité e Lagoa Real em uma jornada de dois dias (15 e 16/05/2012), de reflexão e denúncia. Houve mostra de filmes, apresentação de pesquisa sobre a contaminação da água, na Universidade do Estado da Bahia, e exposição “Mãos do Césio”, sobre o maior acidente radioativo em área urbana do mundo, ocorrido em Goiania (Go), gerando 6 mil toneladas de lixo nuclear, mortes e contaminando, direta e indiretamente, 1.600 pessoas. O evento foi promovido pela Comissão Paroquial de Meio Ambiente, com apoio da Fundação Heinrich Boell e outros patrocinadores.
A avaliação dos desdobramentos do fato apontou a morosidade e até falta de ação para a urgência de se conhecer efetivamente o quadro resultante da importação de riscos da indústria nuclear por parte dos poderes públicos municipal (Comissão Institucional Provisória sobre o Transporte de Material Radioativo); estadual (SESAB, CESAT, SEMA, Agricultura, Saneamento) e federal (IBAMA, Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Ministérios Públicos Estadual e Federal). A empresa também sofreu criticas pela irresponsabilidade social com as populações da região, pelo seguido descumprimento de compromissos assumidos com a sociedade e com os trabalhadores, que continuam penalizados pela falta de transparência e controle social sobre o setor nuclear brasileiro.
Lixo atômico – Em maio de 2011, o composto de urânio, que veio embalado em tambores lacrados há mais de 30 anos, sobre o qual havia a suspeita de ser lixo radioativo, foi barrado pela população, gerando um impasse, que envolveu o setor nuclear, forças de segurança, autoridades e setores da sociedade de Caetité, Lagoa Real e Guanambi. A Prefeitura de Caetité criou uma comissão para lidar com o problema, com representantes da sociedade civil desses municípios, do IBAMA, INB e CNEN. Só depois de quatro dias, um acordo foi selado com a empresa e a carga, que ficou na PM de Guanambi, foi para a indústria. Mas o acordo não seria cumprido. Parte do material foi misturado com o concentrado de urânio fabricado na Bahia e exportado para a França, ainda que a empresa garantisse que ele seria apenas reembalado para exportação. Um ano depois, ninguém sabe ao certo o que vai acontecer com cerca de 18 toneladas do material radioativo que permanecem em Caetité. Entrevistas concedidas à Rádio Educadora pela INB e CNEN, no último dia 15, foram pouco convincentes.
Há um ano, sem ter a licença ambiental necessária, a INB decidiu reembalar, de forma improvisada e precária, a carga que veio da Marinha, sem a segurança exigida para quem trabalha com material radioativo, impondo aos empregados o maior risco sofrido por exposição à radiação no meio ambiente do trabalho. Por isto, os trabalhadores decidiram não manusear o restante do produto, que, pelo acordo, já deveria ter sido devolvido à Marinha. “Temos a impressão que a empresa quer que a gente reutilize este material. Mas não vamos fazer isto. Fomos severamente expostos no reentamboramento, principalmente os terceirizados, que vieram de fora, e foram obrigados a triturar material compactado, em meio à poeira de urânio. Chegaram a pegar o produto com as mãos. Três desmaiaram”, lembrou o diretor do Sindicato de Mineradores, Francelino Cabaleiro. A gravidade da situação levou o Ministério Público do Trabalho a interditar a atividade e o IBAMA aplicou duas multas (R$600 mil e R$2 milhões).
O plano de comunicação social da empresa que seria revisto segundo o acordo, “piorou de lá para cá. Os trabalhadores vivem na usina sem informação nenhuma, pois a INB se mantem em silencio absoluto. É na rua que sabemos o que acontece na empresa e temos que ficar calados, pois não existe transparência, frisou Cabaleiro. Também não se sabe o destino que será dado aos tambores que trouxeram o material radioativo. “Não queremos que tratem Caetité, como fizeram com Poços de Caldas (MG), para onde foi levado rejeito de unidades da Usan/INB, de São Paulo. Tambores sofreram a ação do tempo e estouraram ficaram lá no meio ambiente, foram enterrados. Sabemos extraoficialmente que a CNEN não autorizou a saída do produto de Caetité e que três municípios ganhariam incentivos para acomodar o rejeito nuclear. Se Caetité for um deles, garanto que a briga vai ser dura, porque não aceitamos este material aqui”, afirmou o sindicalista. Ele fez citou diversas irregularidades na administração da INB e disse que o Sindicato levou ao Ministério Público e à Polícia Federal denúncia de uma exploração ilegal de granito que estaria ocorrendo na área da INB. “Nossa expectativa é que estes órgãos apresentem o resultado das investigações e que a Comissão Institucional Provisória sobre o Transporte de Material Radioativo apresente à sociedade o relatório do seu trabalho”, concluiu.
Contaminados sem remédios – No auditório da UNEB, em Caetité, e também na Lagoa Real, professores, estudantes e membros de movimentos e entidades sociais e populares conheceram experiências de outros grupos afetados por indústrias, como a dramática situação dos contaminados pelo acidente de Goiania, que aconteceu “por irresponsabilidade da CNEN, porque a capsula do césio, usada em radioterapia, foi recolhida por dois catadores de papel numa clínica abandonada. 25 anos depois, as coisas estão piores. Temos pessoas adoecendo e cada vez mais fragilizadas. Não existe uma doença especifica de vitimas de radioatividade. Ela causa uma deficiência imunológica no organismo e as pessoas passam a sofrer vários males. Só conseguimos ressarcir os direitos de 468 pessoas, ficando mais de 60% sem este reconhecimento. O governo federal, responsável pelo acidente, cruzou os braços. Só o governo de Goiás vinha nos assistindo. Contudo, há mais de um ano estamos sem remédios,” relatou Odesson Alves Ferreira, presidente da Associação das Vítimas do Césio-137.
Outro depoimento comovente, do presidente do Movimento Popular por Saúde Ambiental, Ney Didan, tratou da contaminação por chumbo, cádmio e outros metais pesados, n o entorno da fábrica de chumbo, em Santo Amaro da Purificação (Ba). Segundo ele, “existe uma omissão histórica na cidade e os contaminantes continuam ali. Nada foi retirado. O estado passou asfalto por cima da escória nas ruas. Quando chove os resíduos descem o rio Subaé, há toneladas de chumbo no manguezal, o ar está poluído. Isto está comprovado. Pesquisas acadêmicas foram feitas, mas as providencias para garantir a saúde da população não foram tomadas. As comunidades lutam em torno da questão da saúde pública, contra um estado que faz de conta que nada vê”.
A antropóloga Suzanne Alencar Vieira, apresentou sua monografia sobre, O drama azul: Narrativas do Drama das Vitimas do Césio em Goiânia e a profa. Luciana Souza Silva apresentou uma Avaliação da Radioatividade Natural em Águas Potáveis, de Superfície e Subterrâneas de Caetité, que determinou os níveis de radioatividade alfa e beta total e as concentrações de urânio em amostras de água consumidas pela população urbana e rural, em Caetité e Lagoa Real. Mas não avaliou a relação entre a exploração de urânio e a radioatividade encontrada nas amostras. Já o doutorando da Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ, Renan Finamore, anunciou que fará uma pesquisa mesclando a questão da saúde pública, especificamente da saúde ambiental, com o tema da Justiça Ambiental.
O movimento por Justiça Ambiental busca reagir contra o processo discriminatório, que coloca os ricos e prejuízos do capitalismo global sobre grupos populacionais mais fragilizados. Para Renan, o único consenso que existe é que não há níveis de exposição segura à radioatividade, principalmente em condições inadequadas de trabalho. Sua pesquisa vai relacionar esta premissa com a situação das comunidades do entorno da mina, “que enfrentam escassez de água e falta de acesso às informações. O setor nuclear, muito fechado, fica neste discurso de segredo, de soberania nacional, tentando impor uma abordagem meramente técnica, mas é preciso levar em conta a questão da saúde ambiental, pois a vida das pessoas está em jogo”, informou.
*Jornalista, da Coordenação de Comunicação, da ASSOCIAÇÃO MOVIMENTO PAULO JACKSON – Ética, Justiça, Cidadania
Viver é relembrar e é PRECISO CAROS,MEIO AMBIENTE: A DÍVIDA FRANCESA COM O BRASIL CONTINUA..
Compreendermos de onde começa o que não se termina,é nunca é nunca é sempre é sempre ...
Sendo assim,o buraco é mais embaixo...
O que isso nus diz?eles tem muito a dizer não é mesmo senhores,
Ex-ministro de relações exteriores Celso Amorim? e o Ex-presidente da Republica ? E mais uma centenas de gatos escaldados todos juntos e misturado
Leia com atenção.
Fonte:http://www.bahiaja.com.br/ noticia.php?idNoticia=19562
08/11/2009 - 12:21
MEIO AMBIENTE: A DÍVIDA FRANCESA COM O BRASIL

Sendo assim,o buraco é mais embaixo...
O que isso nus diz?eles tem muito a dizer não é mesmo senhores,
Ex-ministro de relações exteriores Celso Amorim? e o Ex-presidente da Republica ? E mais uma centenas de gatos escaldados todos juntos e misturado
Leia com atenção.
Fonte:http://www.bahiaja.com.br/
08/11/2009 - 12:21
MEIO AMBIENTE: A DÍVIDA FRANCESA COM O BRASIL

Reportagem Antonio Jorge Moura
Aproveitando uma provável visita do presidente Lula a Salvador, em 20 de novembro próximo, Dia Nacional da Consciência Negra, para assinar documentos de reivindicação dos mais expressivos e históricos Terreiros da tradição religiosa e cultural afrodescendente - Bogum, Casa Branca, Oxumaré, Gantois, Opô Afonjá, Alaketo - (faltaram ser ouvidas a casa de Luizinho da Muriçoca, imortalizada na literatura de Jorge Amado, o Ilê Asipá, do Mestre Didi, e os templos de Santo Amaro da Purificação, Saubara, Cachoeira, São Félix, Muritiba, além das casas da Chapada Diamantina) abordo um assunto relevante.
O presidente da França, Nicolay Sarkosy, esteve recentemente na Bahia a convite do presidente brasileiro e não ficou sabendo que o país europeu tem uma enorme dívida ambiental com o Recôncavo baiano e a Baía de Todos os Santos.
Caminhando pela orla de Amaralina, a jornalista Carmela Talento, mãe extremosa de três de meus cinco filhos, me ordenou: escreva sobre isso. E aqui estou eu, debruçado sobre os teclados de minha máquina de escrever metida a besta - o computador de casa - cumprindo as ordens da mãe de Bruno, Silvana e Daniel.
O amigo francês do Presidente Lula talvez nem soubesse o que ocorreu por aqui, o crime ambiental provocado pela ganância do capitalismo francês. Esse assunto, aliás, pode servir para o chanceler Celso Amorim caso a França engrosse o caldo na próxima reunião da cúpula mundial para discutir as questões ambientais do planeta Terra.
Minha história começa nos anos 70 do século passado quando o histórico economista Rômulo Almeida, de quem tive a hora de ser assessor de imprensa, me contou a sobre a chegada dos franceses a Boquira, no sertão da Bahia.
Nessa época do desembarque bem sucedido dos franceses mundo estava em plena II Guerra Mundial, vivendo o esforço dos aliados para vencer a Alemanha nazista, quando descobriram umas amostras de minério de chumbo num museu francês de história natural, nas quais estava a identificação de que se tratava de minério encontrado no Nordeste brasileiro.
A Franca precisava fabricar munição para vencer as forças nazistas. E os pesquisadores franceses resolveram vir ao Nordeste do Brasil dar uma busca para encontrar a dita mina. Passaram pela Bahia e por diversos estados da Federação sempre usando a mesma tática. Como então os caminhos do Brasil eram percorridos pela via férrea, não existiam estradas asfaltadas, saíram por aí e aqui procurando informações. Claro tendo a cautela de não revelarem o porque do interesse.
Acabaram passando por Boquira, depois da região de Jequié e Conquista, exibiram as amostras de minério ao farmacêutico local, que olhou e viu algo familiar: "Ah, é das pedras que o povo daqui cata no Natal para armar o presépio. Tá cheia delas".
Os franceses não falaram nada sobre as pedras e pediram para ir no local porque, na França, um país católico, eles tinham a tradição de montar presépio para as festas natalinas. Deram nova busca e voltaram entusiasmados a Paris. E começaram a operação de transporte do minério que aflorava espontâneamente na superfície, usandoe um forma também muito esperta.
Pediram para coletar as pedras, fazer algumas escavações e transportá-las em composições de trem de carga para Salvador. No Porto de Salvador, sempre davam uma forma de navio de bandeira francesa atracar e, com a justificativa de que precisavam dar lastro à embarcação para que não naufraugasse em alto mar, colocavam as pedras xx e atravessavam o Atlântico com as futuras balas que iriam derrotar os nazistas.
Ao mesmo tempo, providenciaram junto aos amigos que fizeram em Boquira para que pedissem o governo brasileiro a concessão do direito de lavra da gigantesca mina de minério de chumbo que já haviam pesquisado.
Assim, a Bahia e o Brasil participaram do esforço de guerra dos aliados da II Mundial para derrotar a Alemanha de Hitler.
Passado o conflito bélico os franceses chegaram à conclusão de que não precisavam mais transportar o minério para a Europa e decidiram instalar uma usina de processamento do metal. E escolheram próximo à borda da Baía de Todos os Santos o local para instalar a usina e lançar os dejetos do processo industrial. A estrada de ferro passava em Santo Amaro da Purificação, onde tinha um rio, o Rio Subaé, que desaguava na Baía.
Aí montam a Companhia Brasileira de Chumbo (Cobrac), hoje, felizmente, fechada, sem operar, mas com suas marcas presentes na terra de Caetano, Bethânia, Jorge Portugal e de Dona Canô.
Na década de 70 do século passado, quando o pesquisador Oscar Nogueira, do Instituto de Química da UFBA, encontrou presença de chumbo, cádmio e zinco nas águas do Subaé, estimou-se que a Cobrac havia lançado no rio e, consequentemente, na Baía de Todos os Santos, mais de 400 toneladas dos três metais.
E a limalha sólida do processo industrial era usada para fazer aterros e nivelar ruas em Santo Amaro, expalhando a poluição pela zona urbana da cidade. Centenas de trabalhadores da Cobrac contraíram saturnismo, doença causada pela ingestão de chumbo pelas vias respiratórias.
Esse é o passivo ambiental deixado pelos franceses na passagem deles pela Bahia depois da II Guerra Mundial, além do enorme buraco da mina de minério de chumbo de Boquira.
O detalhe é que a mineração de Boquira e a usina Cobrac foram do Grupo Penarroya, de capital francês, pertencente a uma família de nobres franceses, a Família Rotchild.
Taí uma boa oportunidade do Presidente Lula reivindicar do Presidente Sarkozy uma indenização às famílias de Santo Amaro e de Boquira afetados pelo Grupo Penarroya. E que a França ajude o governo Brasileiro a despoluir a Baía de Todos os Santos, as águas onde nasceu o Brasil. Ou ajuda ou esse é um assunto que as autoridades brasileiras podem levar ao Tribunal Internacional de Haia. Ou não? Vai ficar por isso mesmo? O Brasil é a latrina do mundo desenvolvido?
Aproveitando uma provável visita do presidente Lula a Salvador, em 20 de novembro próximo, Dia Nacional da Consciência Negra, para assinar documentos de reivindicação dos mais expressivos e históricos Terreiros da tradição religiosa e cultural afrodescendente - Bogum, Casa Branca, Oxumaré, Gantois, Opô Afonjá, Alaketo - (faltaram ser ouvidas a casa de Luizinho da Muriçoca, imortalizada na literatura de Jorge Amado, o Ilê Asipá, do Mestre Didi, e os templos de Santo Amaro da Purificação, Saubara, Cachoeira, São Félix, Muritiba, além das casas da Chapada Diamantina) abordo um assunto relevante.
O presidente da França, Nicolay Sarkosy, esteve recentemente na Bahia a convite do presidente brasileiro e não ficou sabendo que o país europeu tem uma enorme dívida ambiental com o Recôncavo baiano e a Baía de Todos os Santos.
Caminhando pela orla de Amaralina, a jornalista Carmela Talento, mãe extremosa de três de meus cinco filhos, me ordenou: escreva sobre isso. E aqui estou eu, debruçado sobre os teclados de minha máquina de escrever metida a besta - o computador de casa - cumprindo as ordens da mãe de Bruno, Silvana e Daniel.
O amigo francês do Presidente Lula talvez nem soubesse o que ocorreu por aqui, o crime ambiental provocado pela ganância do capitalismo francês. Esse assunto, aliás, pode servir para o chanceler Celso Amorim caso a França engrosse o caldo na próxima reunião da cúpula mundial para discutir as questões ambientais do planeta Terra.
Minha história começa nos anos 70 do século passado quando o histórico economista Rômulo Almeida, de quem tive a hora de ser assessor de imprensa, me contou a sobre a chegada dos franceses a Boquira, no sertão da Bahia.
Nessa época do desembarque bem sucedido dos franceses mundo estava em plena II Guerra Mundial, vivendo o esforço dos aliados para vencer a Alemanha nazista, quando descobriram umas amostras de minério de chumbo num museu francês de história natural, nas quais estava a identificação de que se tratava de minério encontrado no Nordeste brasileiro.
A Franca precisava fabricar munição para vencer as forças nazistas. E os pesquisadores franceses resolveram vir ao Nordeste do Brasil dar uma busca para encontrar a dita mina. Passaram pela Bahia e por diversos estados da Federação sempre usando a mesma tática. Como então os caminhos do Brasil eram percorridos pela via férrea, não existiam estradas asfaltadas, saíram por aí e aqui procurando informações. Claro tendo a cautela de não revelarem o porque do interesse.
Acabaram passando por Boquira, depois da região de Jequié e Conquista, exibiram as amostras de minério ao farmacêutico local, que olhou e viu algo familiar: "Ah, é das pedras que o povo daqui cata no Natal para armar o presépio. Tá cheia delas".
Os franceses não falaram nada sobre as pedras e pediram para ir no local porque, na França, um país católico, eles tinham a tradição de montar presépio para as festas natalinas. Deram nova busca e voltaram entusiasmados a Paris. E começaram a operação de transporte do minério que aflorava espontâneamente na superfície, usandoe um forma também muito esperta.
Pediram para coletar as pedras, fazer algumas escavações e transportá-las em composições de trem de carga para Salvador. No Porto de Salvador, sempre davam uma forma de navio de bandeira francesa atracar e, com a justificativa de que precisavam dar lastro à embarcação para que não naufraugasse em alto mar, colocavam as pedras xx e atravessavam o Atlântico com as futuras balas que iriam derrotar os nazistas.
Ao mesmo tempo, providenciaram junto aos amigos que fizeram em Boquira para que pedissem o governo brasileiro a concessão do direito de lavra da gigantesca mina de minério de chumbo que já haviam pesquisado.
Assim, a Bahia e o Brasil participaram do esforço de guerra dos aliados da II Mundial para derrotar a Alemanha de Hitler.
Passado o conflito bélico os franceses chegaram à conclusão de que não precisavam mais transportar o minério para a Europa e decidiram instalar uma usina de processamento do metal. E escolheram próximo à borda da Baía de Todos os Santos o local para instalar a usina e lançar os dejetos do processo industrial. A estrada de ferro passava em Santo Amaro da Purificação, onde tinha um rio, o Rio Subaé, que desaguava na Baía.
Aí montam a Companhia Brasileira de Chumbo (Cobrac), hoje, felizmente, fechada, sem operar, mas com suas marcas presentes na terra de Caetano, Bethânia, Jorge Portugal e de Dona Canô.
Na década de 70 do século passado, quando o pesquisador Oscar Nogueira, do Instituto de Química da UFBA, encontrou presença de chumbo, cádmio e zinco nas águas do Subaé, estimou-se que a Cobrac havia lançado no rio e, consequentemente, na Baía de Todos os Santos, mais de 400 toneladas dos três metais.
E a limalha sólida do processo industrial era usada para fazer aterros e nivelar ruas em Santo Amaro, expalhando a poluição pela zona urbana da cidade. Centenas de trabalhadores da Cobrac contraíram saturnismo, doença causada pela ingestão de chumbo pelas vias respiratórias.
Esse é o passivo ambiental deixado pelos franceses na passagem deles pela Bahia depois da II Guerra Mundial, além do enorme buraco da mina de minério de chumbo de Boquira.
O detalhe é que a mineração de Boquira e a usina Cobrac foram do Grupo Penarroya, de capital francês, pertencente a uma família de nobres franceses, a Família Rotchild.
Taí uma boa oportunidade do Presidente Lula reivindicar do Presidente Sarkozy uma indenização às famílias de Santo Amaro e de Boquira afetados pelo Grupo Penarroya. E que a França ajude o governo Brasileiro a despoluir a Baía de Todos os Santos, as águas onde nasceu o Brasil. Ou ajuda ou esse é um assunto que as autoridades brasileiras podem levar ao Tribunal Internacional de Haia. Ou não? Vai ficar por isso mesmo? O Brasil é a latrina do mundo desenvolvido?
Mês de Junho, mês do meio ambiente em Santo Amaro
Quem pode informar?

Se teremos ou não, atividades no mês de junho no mês do meio ambiente, através de algum grêmio associativo ou pela gestão local de Santo Amaro, e sua secretaria de Meio ambiente, se teremos alguma programação, para o mês de junho sobre meio ambiente, no Município de Santo Amaro?
Uma forma democrática,participativa e coletiva, que tragam a luz da consciência um compromisso real e sem omissões, sobre o descaso histórico das instituições do ESTADO, com o Rio subaé,com os manguezais com a população?
Pergunto se teremos um evento que possibilite através, de politicas publicas de que incentive e instrumentalize a sociedade em buscar direitos e conhecer as questões dos impactos locais da contaminação e seus agravos ao meio ambiente e o que podemos fazer para mudar essa historia?
Quem puder informar serei grato...
Ney Didan,Idealizador Articulador em rede do Mopsam Mops.
Quem puder informar serei grato...
Ney Didan,Idealizador Articulador em rede do Mopsam Mops.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Reajamos agora ou sucumbiremos...

Como pode gente, uma cidade como Santo Amaro da Purificação na Bahia, palco de grandes acontecimentos emblemáticos de lutas e revoluções sociais ,''Os grandes levantes'' se comportar assim dessa forma, uma cidade esquecida,e sem ação,não parece a mesma Santo Amaro,que ouvi e li nos livros de historia de autora Bahia, observo através de uma ótica simples do senso comum, que a nossa luta através de movimento MOPSAM, se depara diante de uma cidade que se perde no vazio egoísta da indiferença diante da ''arvore do esquecimento''uma cidade morna, mais pra frio da indiferença mórbida de crueldade histórica, dos sem concavo dos sem nexo, o povão os muitos que vivem confinados na prisão compulsória de dor de morte e de silencio contaminados por chumbo, horrendo do progresso vazio de quem tanto protestou ''Cae'' cantou... cantou... e o ESTADO calou..calou...e silenciou democraticamente...,Mesmo diante dessa indiferença e incertezas mundanas, acredito em esperança, sim...através da luta,nossos heróis não morreram, esta na esperança de cada um de nos,Por tanto não silenciemos,como querem os dominantes querem fazer da gente,massa de manobra do sistema capitalista, não adormeçamos reajamos.
Pelo direito ao protesto,considerando que as festas populares na Bahia se transformou em um espaço legítimo de mobilização social e de protesto pacifico,Por que não Protestarmos contra o Silencio do ESTADO, com referencia a questão da CONTAMINAÇÃO POR CHUMBO EM SANTO AMARO JÁ HA 40 ANOS DE SILENCIO DE MORTE E DOR Reajamos agora ou sucumbiremos...
Pelo direito ao protesto,considerando que as festas populares na Bahia se transformou em um espaço legítimo de mobilização social e de protesto pacifico,Por que não Protestarmos contra o Silencio do ESTADO, com referencia a questão da CONTAMINAÇÃO POR CHUMBO EM SANTO AMARO JÁ HA 40 ANOS DE SILENCIO DE MORTE E DOR Reajamos agora ou sucumbiremos...
Vista essa camisa e compartilhe a favor da vida!!!
Proteste já..
''Não adormeçamos. Reajamos, considerando que as festas populares na Bahia se transformaram em um espaço legítimo de mobilização social e de protesto pacifico''
Por que não protestamos contra o silêncio do ESTADO e da sociedade como um todo, com referência à questão da CONTAMINAÇÃO POR CHUMBO EM SANTO AMARO? Aos mais de 40 anos de silêncio, de morte e dor?
Pai nosso, que nunca esteve no céu
Sei que teu coração não nem um
pouco santificado/ mas mesmo assim clamo ao teu nome/
Venha a nós só um pouquinho da tua justiça
Seja feita por um instante não a tua vontade/nem de
Teus amigos/ mas do povo que sofre/
Assim na tua casa como na nossa/
A justiça, ao menos, nos dai hoje
Não perdoamos aos que nos ofende/
Mas nem por isso nos deixe cair no esquecimento/
Livra-te do mal, amém.
Ediney Santana.
Proteste já..
''Não adormeçamos. Reajamos, considerando que as festas populares na Bahia se transformaram em um espaço legítimo de mobilização social e de protesto pacifico''
Por que não protestamos contra o silêncio do ESTADO e da sociedade como um todo, com referência à questão da CONTAMINAÇÃO POR CHUMBO EM SANTO AMARO? Aos mais de 40 anos de silêncio, de morte e dor?
Pai nosso, que nunca esteve no céu
Sei que teu coração não nem um
pouco santificado/ mas mesmo assim clamo ao teu nome/
Venha a nós só um pouquinho da tua justiça
Seja feita por um instante não a tua vontade/nem de
Teus amigos/ mas do povo que sofre/
Assim na tua casa como na nossa/
A justiça, ao menos, nos dai hoje
Não perdoamos aos que nos ofende/
Mas nem por isso nos deixe cair no esquecimento/
Livra-te do mal, amém.
Ediney Santana.
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sábado, 9 de julho de 2011
EXCLUSIVO DOSSIÊ PAC DO RIO SUBAÉ I E II PARTE SITUAÇÃO DO CASO DA CONTAMINAÇÃO DA CIDADE DE SANTO AMARO
EXCLUSIVO DOSSIÊ PAC DO RIO SUBAÉ I E II PARTE E...(24 fotos)
A CIDADE DE SANTO AMARO PRECISA DE EXPLICAÇÕES .


consultem e tirem a suas conclusões.

Veja na TABELA II - EMENDAS DE BANCADA Adendo de Plenário - Acordo de Lideranças (PL Nº 30, de 2007-CN) QUANTO FOI LIBERADO ATRAVÉS DA BANCADA PARA SER REALIZADO O PAC SANEAMENTO DE 2007 A 2010! PAC ATRAVÉS DO MINISTÉRIO DAS CIDADES E .A PERGUNTA QUE NAO QUER CALAR, ONDE FOI INVESTIDO MESMO O MONTANTE DE 24 MILHÕES E 500 MIL NA CIDADE?,MAS VALE SALIENTAR QUE ESSE VALOR CHEGOU A MARGEM DE 26, MILHÕES, DO PAC SANTO AMARO? ONDE ESTA A REALIZAÇÃO DESSE PAC NO MUNICÍPIO?O QUE DIZ OS EXECUTORES DO PAC? E GOVERNO DA BAHIA?QUEM ERA REPRESENTANTES DA BANCADA BAIANA NO CONGRESSO NESSE PERÍODO? O POVO DE SANTO AMARO MERECE RESPEITO E EXPLICAÇÕES!!!!!

RECAPITULANDO VERIFIQUE NO INICIO DA MATÉRIA A BANCADA SOLICITA EMENDA PARLAMENTAR PARA QUE AUMENTASSE OS RECURSOS DO PAC SANTO AMARO DE 9,5 MILHOES PARA INFRA ESTRUTURA,DESPOLUIÇAO DO RIO SUBAÉ, OS 40 MILHÕES SUGERIDOS PELA BANCADA SERIA PARA DESPOLUIR O RIO SUBAE, OS RESIDUOS DE ESGOTOS RESIDENCIAIS E A CONTAMINAÇAO INDUSTRIAL NA REGIAO DE SANTO AMARO E PARA INFRA ESTRUTURA PARA DESCONTAMINAÇÃO NAS RUAS DE SANTO AMARO,DESSE MONTANTE OBSERVAMOS NA TABELA II,que a emenda conseguiu cerca de 24, milhões e 500 mil,e veja onde se concentrou o PAC de Santo Amaro EM UMA FALSA DESCONTAMINAÇAO DO RIO SUBAÉ E A SUPOSTA EXPANSÃO NA TUTELA DA EMBASA.,

AGORA VAMOS APENAS FAZER UM CAULO SIMPLES, DOS CERCA DE 26, MILHÕES APROVADOS PELA EMENDA PARLAMENTAR, PELOS DEPUTADOS DA BANCADA BAIANA DO PLEITO 2006/2010 AUMENTANDO O APORTE DO PAC DE SANTO AMARO DE 9,500 PARA 40 MILHÕES,ONDE CONSEGUIU 26, MILHÕES,PARA RESOLUTIVIDADE IMEDIATA A POPULAÇÃO RESPOSTA PELO RIO E PELO MEIO AMBIENTE E NADA TEM DE SANEAMENTO BÁSICO E NEM SANITÁRIO, VEJAMOS COMO FICOU>9,500 NO PODER DA EMBASA DO ESTADO DA BAHIA, E QUE FEZ?????? E CERCA DE 16,MILHOES 132 MIL QUE SERIA PARA DAR UM MINIMO DE INFA ESTRUTURA A POPULAÇÃO DE SANTO AMARO COMO DIZ A JUSTIFICATIVA DA EMENDA PARLAMENTAR E PARA ONDE FOI CONCENTRADA? COMO VER NO BAIRRO DA CANDOLANDIA,NAO QUE O BAIRRO NAO MEREÇA,ENTRETANTO SALIENTAMOS OBRA PARA A POPULAÇÃO CONTAMINADA NAS RUAS DE SANTO AMARO E NAO CONCENTRAR TANTO VALOR A UMA OBRA COMO ESSA? IMPOSSÍVEL.É NECESSÁRIO TERMOS A RETRATAÇÕES DO COMPROMISSO PARLAMENTARES EXPLICAÇÕES A POPULAÇÃO QUE ESPERAM DÉCADAS O MINIMO DE RESPEITO,PARA TERMOS REPARAÇÕES DE VERDADE.

PARA FINALIZAR A PRIMEIRA PARTE I, DESSE ABSURDO,OS RESTANTE DO MONTANTE DE 26, MILHÕES CERCA DE 700,MIL DA EMENDA DO PAC RIO SUBAÉ,FORAM INVESTIDOS NA SECRETARIA DO ESTADO DA BAHIA SECT(SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA) PARA PARA O IFBA NA EXPANSAO DAS ESCOLA TECNICA,OU SEJA NADA RELACIONADO AO POVO DE SANTO AMARO COMO UM TODO FOI APLICA,PORTANTO FIQUEMOS EM ALERTAR ...

VOCE PODE CONSULTAR TAMBEM NO: http://www.brasil.gov.br/pac/relatorios/estaduais/bahia-1/bahia-balanco-de-4-anos

CONTINUAÇAO DO DOSSIÊ II PARTE,PAC RIO SUBAÉ.AGORA VEJAM O RELATORIO DE GESTAO DA EMBASA ONDE SE VERIFICA QUE NADA FOI REALIZADO SOBRE ESGOTAMENTO SANITARIO EM ST° AMARO,COMO FALA O PAC SANEAMENTO,E SO DEPOIS DA REPORTAGEM RIOS CONTAMINADOS NA BAND/ALIGA,QUE EM 2010 COLOCARAM NO PLANO DE SANEAMENTO DA BAHIA E QUE NADA FOI FEITO,POR ESSAS E OUTRAS SITUAÇOES É QUE PODEMOS PERCEBER DE COMO A POPULAÇAO DE SANTO AMARO ESTA SENDO TRATADOS COMO MARIONETES DO SISTEMA, VEJA E TIRE SUAS PROPIAS CONCLUSOES,E GOSTARIAMOS DE INFORMAR QUE O MINISTERIO PUBLICO AO NOSSO VER FAZ VISTAS GROSSAS SOBRE OS RELATORIOS DE GESTOES E A TRASNPARENCIA PUBLICA,IREMOS PROVOCAR ORGAOS INTERNACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS PARA GARANTIR DIREITOS. VEJA PASSO A PASSO SOBRE ESSE RELATORIO DA EMBASA QUE CONSTA APENAS QUE E 2010 SERIA REALIZADO A AMPLIAÇAO DO SES DE SANTO AMARO E QUE ATE HOJE NADA,COO O PAC SANEAMENTO E ESSE RELATORIO É TAO CONTRATADITORIO

CONTINUAÇAO DO DOSSIÊ PAC RIO SUBAÉ.AGORA VEJAM O RELATORIO DE GESTAO DA EMBASA ONDE SE VERIFICA QUE NADA FOI REALIZADO SOBRE ESGOTAMENTO SANITARIO EM ST° AMARO,COMO FALA O PAC SANEAMENTO,E SO DEPOIS DA REPORTAGEM RIOS CONTAMINADOS NA BAND/ALIGA,QUE EM 2010 COLOCARAM NO PLANO DE SANEAMENTO DA BAHIA E QUE NADA FOI FEITO,POR ESSAS E OUTRAS SITUAÇOES É QUE PODEMOS PERCEBER DE COMO A POPULAÇAO DE SANTO AMARO ESTA SENDO TRATADOS COMO MARIONETES DO SISTEMA, VEJA E TIRE SUAS PROPIAS CONCLUSOES,E GOSTARIAMOS DE INFORMAR QUE O MINISTERIO PUBLICO AO NOSSO VER FAZ VISTAS GROSSAS SOBRE OS RELATORIOS DE GESTOES E A TRASNPARENCIA PUBLICA,IREMOS PROVOCAR ORGAOS INTERNACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS PARA GARANTIR DIREITOS. VEJA PASSO A PASSO SOBRE ESSE RELATORIO DA EMBASA QUE CONSTA APENAS QUE E 2010 SERIA REALIZADO A AMPLIAÇAO DO SES DE SANTO AMARO E QUE ATE HOJE NADA,COO O PAC SANEAMENTO E ESSE RELATORIO É TAO CONTRATADITORIO





??????????????????????? SANTO AMARO???????,QUEM PODE RESPONDER SOBRE O ASSUNTO?QUEM ERA DA BANCADA DO PERIODO 2007/2010? LOGO CONTINUIDADE DO DOSSIÊ PAC RIO SUBAÉ SANEAMENTO.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
MOPSAM SOLICITA INFORMAÇÕES DAS AÇÕES GOVERNAMENTAIS E DE POLÍTICAS DE INTERVENÇÃO, REFERENTE AOS ANOS DE 2005 A 2011?
Para a Secretaria SEPPRIR.
Para SECIT
( SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DA BAHIA)
Solicitação de esclarecimentos.
Das Ações dessa Secretaria com relação a exposição e contaminação do chumbo pelo meio ambiente e pela a população de St° Amaro.Ba, quais foram as ações do governo no período de 2005 a 2011 apos o conhecimento do ex presidente LULA pela AVICCA no encontro no ITAMARATI.
Ministra Luiza Bairros,
Nós do MOPSAM,(Movimento Popular de Saude Ambiental) St° Amaro.Vem por meio deste,respeitosamente solicitar informações pormenorizadas referente as ações governamentais dessa secretaria, relacionada a contaminação por chumbo em St° Amaro,antes é necessário fazer algumas considerações.
Considerado que em 2005 a Adailson Pereira,presidente da AVICCA (Associação das Vítimas da Contaminação de Chumbo, Cádmio, Mercúrio e outros elementos químicos) esteve com o Ex,presidente Luiz Inacio o Lula,na oportunidade deu em mãos ao presidente,um dossiê completo sobre o genocídio que é a cidade de St° Amaro ao conviver a 39 anos com os seus direitos fundamentais suprimidos,promovidos por um racismo a ambiental,regional historico, nessa escala de sofrimento,dor e morte,segue a foto do encontro:

Considerando que, apos esse encontro com o presidente, foi criado uma comissão do governo federal do ITAMARATI, que estiveram presente na cidade e na fabrica da PLUBUM, representada pela SEPPRIR e a SECTI, do estado da Bahia,como segue em fotos:




O governo federal, des de 2005, já tinha conhecimento alem disso tinha se posicionado perante a situação calamitosa da cidade e da população,mas ate no prezado momento, desconhecemos quaisquer Ações de políticas publicas efetiva para intervenção na saúde ambiental do município dos ministérios e dessa Secretaria com relação a exposição e contaminação do chumbo pelo meio ambiente e pela a população de St° Amaro.Ba, no período de 2005 a 2011?
Considerando os conceitos da saúde ambiental,alem dos programas do PRONEA,e do CONAMA,nao observamos qualquer ação e atenção.
As razoes e finalidades do pleito: Fazer um estudo completo das açoes do governo democratico diante do assunto,combatermos relações de promoção em manobras com relação aos contaminados que tiveram seus direitos fundamentais suprimidos e que vivem racismos ambientais,regionais etc...e que vivem na espera de concretibilidade e resolutividade que acompanha um pensamento de atitudes alem de política partidária e projetos politcos.
E NADA FOI FEITO, POR ISSO NAO QUEREMOS MAIS ALARDES E SIM ATIUDES COMPROMETIDAS QUE VAI MUITO ALEM DE POLITICAS PARTIDÁRIAS E SEUS INTERESSES DIVERSOS.
E NADA FOI FEITO, POR ISSO NAO QUEREMOS MAIS ALARDES E SIM ATIUDES COMPROMETIDAS QUE VAI MUITO ALEM DE POLITICAS PARTIDÁRIAS E SEUS INTERESSES DIVERSOS.
Do MOPSAM
Movimento Popular de Saude Ambiental de Santo Amaro,é um espaço coletivo organizado,que nasceu em 2009 da necessidade obvia que a população de St° Amaro,se manifestasse contra a omissão e negligencia estatal ao longo de quatro decadas alem da morosidade da Justiça Brasileira, o MOPSAM vem apartir deste contesto em empreender uma politica de conscientizaçao popular dos direitos e garantias fundamentais assim como é a saúde, aos usuarios da Saude Publica``SUS´´pelas leis 8080/90 /8142 e das leis ambientais buscando desenvolvimento e reparaçoes de uma Santo Amaro que pede SOCORRO e temos a obrigaçao de construir um espaço de articulaçao para efetivar o controle social no municipio
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Pela Defesa da Saude Ambiental, Pela Liberdade de Expressão!
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Não é de hoje que o meio ambiente sofre conseqüências da postura predatória do ser humano, que, no afã de satisfazer todas suas necessidades (reais e/ou artificialmente produzidas), praticamente desconsidera limites.
A partir da chamada revolução industrial (século XVIII), a escala de produção de mercadorias passou a crescer mais e mais, entretanto, sem considerar adequadamente a necessidade de preservação do meio ambiente, notadamente no que se refere à capacidade de suporte e regeneração da natureza.
Em contraposição à lógica destrutiva do atual modelo de produção e consumo, milhares de pessoas no mundo inteiro têm se mobilizado em defesa da preservação/conservação do meio ambiente, sem perder de vista a necessidade de justiça social.
Quando lutamos em defesa do meio ambiente nada mais fazemos do que atender a Constituição Federal de 1988, que dispõe sobre a liberdade de expressão e associação (art. 5°) e a defesa e preservação do meio ambiente (art. 225), entre outros Direitos Coletivos e Difusos.Portanto considerando que o Municipio de Santo Amaro da Purificaçao,vivenciou essa infeliz trajetoria com a produçao do Chumbo,em grande escala, sem a preocupaçao estatal com o meio ambiente local. Se por um lado existem atos que causam degradação ambiental e/ou supressão de direitos sociais, por outro, porém, existem pessoas que lutam pela defesa e ampliação dos direitos socioambientais esse é o caso do MOPSAM, sendo o direito ao protesto um instrumento legítimo de qualquer pessoa ou grupo, ainda mais diante de circunstâncias que evidenciam violação a direitos coletivos e difusos, não se justifica a perseguição daqueles/as que lutam em favor da causa ambiental. Nesse contexto, percebemos várias iniciativas nefastas de tentativa de criminalização dos movimentos socioambientais, por vezes respaldadas pelo poder estatal, como parte da estratégia dos detentores do grande capital para intimidação e desqualificação daqueles/as que lutam em prol da implementação dos direitos fundamentais e pelo fim das desigualdades sociais, portanto fiquemos em alerta.
A partir da chamada revolução industrial (século XVIII), a escala de produção de mercadorias passou a crescer mais e mais, entretanto, sem considerar adequadamente a necessidade de preservação do meio ambiente, notadamente no que se refere à capacidade de suporte e regeneração da natureza.
Em contraposição à lógica destrutiva do atual modelo de produção e consumo, milhares de pessoas no mundo inteiro têm se mobilizado em defesa da preservação/conservação do meio ambiente, sem perder de vista a necessidade de justiça social.
Quando lutamos em defesa do meio ambiente nada mais fazemos do que atender a Constituição Federal de 1988, que dispõe sobre a liberdade de expressão e associação (art. 5°) e a defesa e preservação do meio ambiente (art. 225), entre outros Direitos Coletivos e Difusos.Portanto considerando que o Municipio de Santo Amaro da Purificaçao,vivenciou essa infeliz trajetoria com a produçao do Chumbo,em grande escala, sem a preocupaçao estatal com o meio ambiente local. Se por um lado existem atos que causam degradação ambiental e/ou supressão de direitos sociais, por outro, porém, existem pessoas que lutam pela defesa e ampliação dos direitos socioambientais esse é o caso do MOPSAM, sendo o direito ao protesto um instrumento legítimo de qualquer pessoa ou grupo, ainda mais diante de circunstâncias que evidenciam violação a direitos coletivos e difusos, não se justifica a perseguição daqueles/as que lutam em favor da causa ambiental. Nesse contexto, percebemos várias iniciativas nefastas de tentativa de criminalização dos movimentos socioambientais, por vezes respaldadas pelo poder estatal, como parte da estratégia dos detentores do grande capital para intimidação e desqualificação daqueles/as que lutam em prol da implementação dos direitos fundamentais e pelo fim das desigualdades sociais, portanto fiquemos em alerta.
Conclamamos a sociedade em geral,ONGs,Entidades de classe,Associaçoes,Templos Religiosos, que sao mais de 100, na cidade. que concretizem de fato sua funçao social.
Também conclamamos as personalidades emblematicas e importantes da memoria sociocultural do muncipio,para que, considerem em suas ``açoes´´ de visibilidade a Santo Amaro que é berço da cultura popular do reconcavo,legitimamente constituida ao qual representam com muita fé o legado de sua historia,porem, a mesma Santo Amaro,legalmente fragilizada,vivem diante desse horror, ao sofrer com tanto abandono,isso nao é o que merecemos.
A você cidadão,que tanto tem orgulho de seu municipio,´por favor, se movam dessa inercia e faça a diferença,Aja!!!
Porque, juntoS podemos mudar.
Ney Didãn
Cidadão coordenador
MOPSAM
Porque, juntoS podemos mudar.
Ney Didãn
Cidadão coordenador
MOPSAM
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